
Como à Dom Quixote de La Mancha sê possível ver gigantes em moinhos, não cabe à nós ver chifre em cabeça de égua e promover tempestades em xícaras, como se fosse parte do encantamento a que teve seus livros tirados, basta para que à partir disso, nós podemos tirar proveito de situações vividas desde 1505 (outrora relatado).
Não deve-se poupar a quem amamos da realidade, pois isso, pode ser pior no quesito a enlouquecer e mexer com os valores. Valores não se vasculham, não se reviram, devem permanecer ou demonstrar.
Ainda há uns meses, uma amiga passou por semelhante situação, fora enganada por seus parentes próximos e quase comete besteira de forma irreversível.
Tanto ela como Dom Quixote, tiveram por seu amor aos homens e livros, uma nebulosa e tortuosa malha dita de proteção: ocultar a verdade.
Cabe a nós, saber o que é melhor bem como, o próprio destino, pois ainda que de cunho não-religioso esse texto, remete a mim essa expressão: se Deus quando fez o homem sua imagem e semelhança, sabia o que estava fazendo [ainda que por nós mesmos seja uma sandice (pecado, sim), sandice bem-dita seria a dos homens saírem do próprio caminho (dito livre-arbítrio) e cair nas próprias armadilhas, mas nesse aspecto, aprendemos a voltar a nossa rota e nos orientar, mas cabe somente à nós o próprio caminho] e como duvidamos de Deus? E porque de nós?, se somos sua imagem e semelhança. Ah! que confusão. Quanta loucura!
(este texto não tem objetivo nenhum em difundir religião ou discordar de tal, trata-se de um comparativo)
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